CNPJ Senha

Boletim Fenaess nº 164/2008 (26/8/2008)
TISS: Seminário sobre impacto sócio-econômico

Estão abertas as inscrições para o Seminário Internacional de Avaliação do Impacto Sócio-Econômico do TISS, que será promovido pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) no dia 1º de setembro, no hotel Othon, em Copacabana, Rio de Janeiro. Durante o Seminário, será apreentada a metodologia escolhida para se avaliar o equilíbrio entre os investimentos realizados pela ANS e pelo mercado, e os benefícios da implantação do TISS. O Seminário reunirá representantes da ANS, de instituições de pesquisa, profissionais e consultores, que apresentarão idéias e experiências sobre políticas de informação e avaliação de impacto de projetos como o TISS, no Brasil e no exterior. O evento contará com a presença de palestrantes internacionais, representantes de prestadores, consumidores, operadoras e da Câmara de Saúde Suplementar (CSS). As vagas serão limitadas por ordem de inscrição. Confira programação no link http://www.ans.gov.br/portal/upload/noticias/programa_web.pdf (ANS)


Abramge: é "inviável" limitar preço de planos de saúde


O presidente da Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge), Arlindo de Almeida, considerou nesta segunda-feira (25) "inviável" a proposta de limitar a 300% o aumento das prestações para usuários que permaneçam durante muitos anos em um mesmo plano de saúde. A proposta está entre as sugestões de alteração do Projeto de Lei 4.076/2001 (leia), que tramita na Comissão de Defesa do Consumidor e trata sobre a nova regulamentação dos planos e seguros de saúde. Segundo Almeida, do ponto de vista das operadoras de planos de saúde a proposta é inexeqüível. "O que se pretende [com o PL] é beneficiar mais o consumidor. Mas nem tudo é possível. Somos empresa privada e não podemos viver no prejuízo", defendeu. "Fica inviável. Tem que preservar a saúde financeira dos planos de saúde. Quem tem que dar tudo para as pessoas é o Estado", avalia. De acordo com a proposição, de autoria do deputado Dr. Pinotti (DEM-SP), a variação de preço da prestação, por faixa etária, estabelecida nos contratos de planos privados de saúde não poderá ser superior a 300% do valor entre a primeira e a última faixa. O parlamentar defende que hoje o aumento cobrado é abusivo. "Hoje à medida que vai avançando na idade, há um aumento abusivo no preço dos planos de saúde, a ponto de chegar a 500% aos 59 anos. Chega tão forte que expulsa o idoso. É um absurdo", afirma Pinotti. "Infelizmente, o projeto que foi aprovado na Comissão de Seguridade é uma vergonha e nem chegou a tratar disso", criticou o deputado, que também é médico. Do ponto de vista das entidades ligadas à defesa do direito do consumidor, a coordenadora da Associação Pro Teste, Maria Inês Dolci, avalia que a medida precisa ser analisada com cautela. Segundo Dolci, é preciso realizar um estudo mais aprofundado para saber se o percentual proposto é satisfatório. "Ainda não dá para saber. A proposta é que tenha um estudo de desoneração tributária que seja obrigatoriamente repassada para os idosos. É preciso que haja redução de alíquota quando houver troca de faixa etária", avalia Dolci.


Mobilidade


A inclusão da assistência farmacêutica no rol de benefícios oferecidos pelo plano de saúde, prevista no projeto aprovado pela Comissão de Seguridade Social e que tramita na Comissão de Defesa do Consumidor, também é alvo de críticas para o presidente da Abramge. Almeida alega que esse acréscimo não seria viável economicamente para as empresas. "O custo é muito alto, isso é uma loucura", declara. "Além disso, outro problema é que aumenta a possibilidade de fraude, pois a pessoa poderá ir ao médico e pedir receita de medicamento para outra pessoa", justifica. Em relação ao direito de mobilidade para trocar de plano de saúde preservando os prazos de carência já cumpridos, o presidente da Abramge concorda com as críticas das entidades ligadas ao consumidor. Ele avalia que a necessidade de recorrer à Justiça para reconhecer a insatisfação com o plano torna muito complicada a mobilidade. "Da maneira como está lá, fica muito complicado mudar de plano. Essa queixa tem que ser reconhecida. A sensação é que dá com uma mão e tira com a outraâ€?, diz. Para Almeida, o Congresso deve aguardar o parecer da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) a respeito do item. “Não convém [aos deputados] se antecipar. Tem que aguardar as sugestões técnicas da ANS", argumenta. A Associação Brasileira de Medicina de Grupo é uma entidade que se propõe a regular, defender e representar as empresas privadas de assistência à saúde. Nesta segunda-feira (25), o Congresso em Foco tentou novamente entrar em contato com as empresas Golden Cross e Unimed para saber como elas avaliam o projeto de lei que está em tramitação na Câmara. As empresas não retornaram as ligações. (Renata Camargo - Congresso em Foco)


Unidas: Excepcional Publicação


Recentemente a Auto Gestão deu nova demonstração de vanguarda e compromisso com a saúde suplementar com a publicação sobre Promoção e Prevenção, que merece destaque e parabéns pela qualidade, de conteúdo e de apresentação. O encantamento com esta publicação me leva a sugerir que todas as demais entidades representativas do setor devam verificar a possibilidade de tiragem adicional para seus associados, ampliando para toda a saúde suplementar a oportunidade de aprimorar as ações tanto da Promoção da Saúde como da Prevenção de Doenças. Parabéns UNIDAS! (Pedro Fazio - Saúde Business Web)


Ipasgo: Reajuste de honorários da rede credenciada


Os valores dos Coeficientes de Honorários (CHs) dos procedimentos pagos pelo Ipasgo para a remuneração dos serviços de saúde prestados pelos profissionais e estabelecimentos da área credenciados serão reajustados a partir desta terça-feira, 26, segundo autorização do Conselho Deliberativo do Instituto, em reunião ordinária realizada no dia 12 de agosto último. O reajuste será de 6% para consultas médicas e odontológicas, atualizando o valor para R$ 33,70 e acrescendo o valor do Coeficiente de Honorários para R$ 0,2809. O mesmo percentual de 6% será aplicado para consultas em terapias complementares (fisioterapia, nutrição, fonoaudiologia e psicologia), passando o valor do CH para R$ 0,265. Os honorários médicos também serão reajustados em 6%, parcelados da seguinte forma: 3% a partir de 26 de agosto, passando para R$ 0,2729, e 3% a partir de 26 de setembro próximo, passando o valor do CH para R$ 0,2808. O mesmo percentual foi aplicado para os honorários médicos de anestesia, sendo a primeira parcela de 3% a partir de amanhã, passando o valor de CH para R$ 0, 2976, e 3% a partir de 26 de setembro, passando o valor de CH para R$ 0, 3062. O reajuste será de 7% para os exames complementares nas áreas de imagem (com exceção de filme), exames complementares das áreas de especialidades médicas, exames complementares das áreas de laboratório e outros, de forma parcelada, sendo 3% a partir de 26 de agosto, passando o valor do CH para R$ 0, 2652, e 4% a partir de 26 de setembro, passando o valor do CH para R$ 0,2755. Seis por cento será o índice do reajuste para honorários de tratamentos odontológicos, dividido em 3% a partir de amanhã, passando o valor de CH para R$ 0,2337, e 3% a partir de 26 de setembro próximo, passando o valor de CH para R$ 0,2342. As diárias e taxas hospitalares serão reajustadas em 11% parceladamente, sendo 5% a partir de 26 de agosto, e 6% a partir de 26 de setembro, aplicados sobre os valores atuais dos serviços. Por último, o índice de 7% será aplicado no valor do Coeficiente de Honorários dos procedimentos de hemoterapia, parcelado em 3% a partir desta terça-feira e 4% a partir de 26 de setembro, sobre os valores atuais. Mais informações pelo telefone: (062) 3238-2448. (Goiás Agora)


Unimed Chapecó adere ao business intelligence


A Unimed Chapecó, visando analisar as informações operacionais e táticas de seus hospitais e laboratórios, foi ao mercado buscar uma solução de business intelligence, e a Plataforma DSS Benner foi a ferramenta escolhida. Foi realizado um levantamento de todas as necessidades da empresa. A proposta foi desenvolver uma solução que permitisse captar e consolidar os dados das transações processados e gerar indicadores econômico/financeiros, de recursos humanos, suprimentos, contábeis, entre outros. A solução permitiu cruzar informações que auxiliam em diversas decisões que envolvem o planejamento estratégico. Dessa maneira é possível analisar os resultados e custos, e compará-los com a realidade do mercado e da concorrência. A Unimed Chapecó implantou ainda um sistema de gestão de custos que foi adaptado por meio da solução de BI. A ferramenta é utilizada pela controladoria e toda área de gestão da empresa. (Executivos Financeiros)


Lincx cresce 73% no semestre


Nos primeiros seis meses de 2008 a Lincx Serviços de Saúde registrou um faturamento de R$71 milhões contra os R$ 41 milhões no mesmo período de 2007, o que representa um acréscimo de 73%. Parte desse aumento deve-se aos planos corporativos, que hoje tem uma representatividade de 75% do total da carteira de clientes da Lincx. "Os planos modulares, que são estruturados de acordo com a necessidade das empresas, aliados à gestão que a Lincx faz junto aos RHs dos nossos clientes resultam em baixa sinistralidade e reforça o comprometimento que temos com cada empresa que está com a Lincx", explica Silvio Corrêa da Fonseca, presidente do plano de saúde. Segundo ele, o faturamento deve atingir os R$145 milhões até o final deste ano. Planos PME - No início de setembro a Lincx deve anunciar um novo produto: os Planos PME feitos sob medida para pequenas e médias empresas e que poderão ser até 50% mais acessíveis, dependendo do número de vidas, quando comparados aos planos individuais oferecidos pela Lincx. (SegurosInf)


Sinergia para Soluções na Saúde


O 13º Congresso Abramge e o 4º Congresso Sinog, realizados nos dias 21 e 22 de agosto, em Araxá, Minas Gerais, tiveram como tema central a Sinergia para. Soluções na Saúde e contaram com a presença de cerca de 200 participantes das várias modalidades de assistência privada à saúde nas áreas médica e odontológica, dediversas localidades brasileiras. A verticalização das empresas de saúde, a gestão da operação de planos, as vantagens e desvantagens da concentração, a administraçãode riscos e a migração com portabilidade, assunto em discussão atualmente na ANS - Agência Nacional de Saúde Suplementar, foram os tópicos amplamente abordadosdurante os dois dias do evento. O presidente da Agência, Fausto Pereira dos Santos, abriu os trabalhos dos Congressos participando de um talk-show. O ex-coordenador de Envelhecimento da Organização Mundial de Saúde, fundador do Departamento de Epidemiologia do Envelhecimento da Universidade de Londres e consultor sênior da Academia de Medicina de Nova York, dr. Antonio Kalache, apresentou uma visão macro do envelhecimento populacional, enquanto que o economista sênior de saúde da Região Latino-Americana do Banco Mundial, André Medici, trouxe a visão estrangeira de gestão de operação de planos de saúde, abordando as formas de remuneração, o fator moderador e a administração e o partilhamento de riscos. O presidente do Sinog, Carlos Roberto Squillaci, enfatizou a importância da Sinergia entre todos os players do mercado afirmando que "afinal, o engrandecimento da Odontologia de Grupo no país e, particularmente, das empresas que oferecem planos exclusivamente odontológicos, não se dará apenas pelos prêmios conquistados, muitas vezes em troca de gordos patrocínios às revistas que os promovem, nem pela quantidade de recursos financeiros captados ou, muito menos, pela quantidade de beneficiários que possuem". "O reconhecimento do crescimento e o engrandecimento das operadoras de Odontologia de Grupo, por certo, se darão por aqueles que oferecem a melhor qualidade de atenção odontológica aos seus assistidos e por dar a melhor atenção às necessidades de seus profissionais, cirurgiões-dentistas credenciados. Simples assim. É o que chamamos de crescimento com qualidade e sustentabilidade, democratizando o atendimento odontológico e, ao mesmo tempo, valorizando a odontologia em nosso país. Isto é Sinergia na Odontologia", conclui o presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo. (Sinog/AssPreviSite)


Parceria é saída para gestão do benefício saúde


De acordo com Laís Perazo, empregados, empregadores, gestores e operadoras precisam encontrar uma sinergia para minimizar impactos negativos Parceria é a palavra-chave para a boa gestão do benefício saúde no cenário atual. Sem uma ação conjunta de todos os envolvidos, corre-se o risco de perder oportunidades e gerar lacunas, de acordo com Laïs Perazo, especialista no mercado de saúde e Diretora Técnica do Grupo Qualicorp. Para ela, empregados, empregadores, gestores e operadoras precisam encontrar uma sinergia para minimizar impactos negativos nos custos, na produtividade e na qualidade de vida dos funcionários. A especialista afirma que a prevenção tem papel fundamental nesse processo. Segundo Laïs Perazo, 33% dos procedimentos feitos hoje na saúde suplementar são desnecessários. E 40% das cirurgias do coração também são dispensáveis. Tudo isso tem impacto nos custos. Conhecer o perfil e as necessidades dos funcionários é papel da operadora, do gestor e da empresa, para que os próprios funcionários assumam plena responsabilidade sobre o processo. (Health Care)

Fonte: Fenaess - 26/8/2008
Enviar a um amigo Imprimir
 VEJA OUTRAS NOTÍCIAS:
25/8/2008-Boletim Fenaess nº 093/2008
Falta de consenso emperra novas regras para planos
22/8/2008-Boletim Fenaess nº 091/2008
Rol de Procedimentos: Planos de saúde perdem - 21/08/2008
22/8/2008-Fisioterapia reduz tempo de internação na UTI
Fonte: Jornal de Itupeva/SP: 15/08/2008
22/8/2008-Boletim Fenaess nº 090/2008
Servidores: Aumento de planos foi por exigência contratual - 20/08/2008
22/8/2008-Boletim Fenaess nº 088/2008
Cumprimento das novas normas aos planos - 15/08/2008